A pecuária brasileira enfrenta um desafio cada vez mais urgente: produzir mais com menos impacto ambiental. A pressão por práticas sustentáveis não é apenas uma exigência de mercado, mas uma necessidade para a continuidade da atividade no longo prazo.
Nesse cenário, as pastagens melhoradas surgem como protagonistas. Quando bem manejadas, elas conseguem equilibrar produtividade animal, eficiência no uso da terra e benefícios ambientais concretos, como maior captura de carbono e redução de emissões.
A ciência por trás dos híbridos de alta eficiência
Pesquisas recentes demonstram que híbridos de Brachiaria desenvolvidos pela Papalotla em parceria com o CIAT (Centro Internacional de Agricultura Tropical) apresentam desempenho superior em três pilares fundamentais:
- Maior capacidade de suporte: com o manejo adequado, os híbridos têm capacidade produtiva superior, para manter mais animais por hectare sem degradar o pasto.
- Ganho de peso acelerado: alta produção, digestibilidade elevada e o alto teor de proteína bruta favorecem o desempenho animal, encurtando o ciclo produtivo.
- Captura de carbono no solo: o sistema radicular profundo e volumoso dos híbridos Papalotla favorece o sequestro de carbono, contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas.
Como os híbridos Papalotla reduzem emissões de GEE
Um dos maiores avanços dos materiais genéticos da Papalotla está na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE). Isso acontece por três vias principais:
- Menos metano entérico (CH₄): forragens mais digestíveis reduzem a fermentação ruminal prolongada, diminuindo a produção de metano por animal.
- Menos óxido nitroso (N₂O): a eficiência no uso de nitrogênio pelas plantas reduz as perdas gasosas para a atmosfera.
- Maior sequestro de carbono (C): raízes profundas e vigorosas acumulam carbono orgânico no solo, compensando parte das emissões do sistema.
Esses benefícios já foram comprovados em estudos de campo conduzidos em diferentes regiões produtoras da América do Sul.
Resultados Práticos: Ganho Animal e Impacto Ambiental
Ensaios realizados em propriedades comerciais mostraram que híbridos como Cayman® e Camello® entregam ganhos de peso diário superiores aos de cultivares tradicionais, com diferenças que chegam a 160 g/animal/dia na estação das águas.
Além disso, a qualidade nutricional se mantém elevada mesmo em períodos de seca, garantindo produtividade constante ao longo do ano. Isso reflete diretamente na rentabilidade da fazenda e na sustentabilidade do sistema.
No caso do Mestizo Blend®, o volume radicular acumulado até 1 m de profundidade foi 191% maior que o de materiais convencionais. Esse desempenho não apenas melhora a estrutura física do solo, mas também amplia a capacidade de resiliência ao estresse hídrico.
Leia mais: Pecuária de baixo carbono: como sementes de qualidade transformam pastagens em aliadas do clima
Sequestro de carbono: um diferencial estratégico
Genótipos híbridos de Brachiaria demonstram interação significativa com a profundidade do solo, influenciando diretamente o estoque de carbono orgânico. Em sistemas bem manejados, esse acúmulo pode chegar a valores superiores a 10 toneladas de carbono por hectare.
Esse é um diferencial estratégico para produtores que buscam acessar mercados com programas de pecuária de baixo carbono ou sistemas de certificação ambiental. Fazemos também parte da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável.
Mais produtividade, menos área
A intensificação sustentável das pastagens permite produzir mais carne ou leite em menos área. Híbridos de alto desempenho possibilitam aumentar a capacidade de suporte em até três vezes quando comparados a pastagens degradadas.
Isso significa que o produtor pode atender à demanda crescente por proteína animal sem expandir a área de pastagem, liberando terra para outras finalidades como conservação, restauração florestal ou agricultura.
Com melhor estrutura física do solo, maior descompactação e boa resposta à adubação, os híbridos Papalotla oferecem também maior resiliência a variações climáticas, garantindo segurança produtiva em diferentes contextos.
ESG na Papalotla: compromisso com o futuro
A Papalotla Sementes integra práticas ESG (ambientais, sociais e de governança) em toda a cadeia produtiva. A parceria com o CIAT garante acesso exclusivo a programas de melhoramento genético de ponta, focados em pastagens mais produtivas, resilientes e sustentáveis.
Além disso, a empresa investe em pesquisa aplicada, acompanhamento técnico e capacitação de produtores, promovendo a adoção de boas práticas no campo e contribuindo para a transformação da pecuária tropical.
A atuação da Papalotla em mais de 60 países reforça o compromisso global com a segurança alimentar e a sustentabilidade, levando tecnologia de ponta para pequenos e grandes produtores.
2026: o ano da rentabilidade sustentável na pecuária
Se 2025 foi marcado por ajustes e pressões regulatórias, 2026 promete ser o ano em que rentabilidade e sustentabilidade caminham juntas na pecuária brasileira. A adoção de pastagens melhoradas será fundamental para produtores que desejam se posicionar de forma competitiva e responsável.
Como destaca Ana Doralina, presidente da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável,
“Em 2026, cresce a noção de que eficiência, previsibilidade e acesso a mercados podem ser ganhos reais, mas apenas se essas vantagens chegarem também aos produtores que enfrentam maiores barreiras de entrada. É nesse ponto que inclusão e reinserção produtiva se tornam agendas estratégicas.”
Investir em genética superior, manejo adequado e boas práticas agrícolas não é mais opcional. É o caminho para garantir produtividade, lucratividade e longevidade na atividade pecuária.
Suporte técnico ao seu lado
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