Manter o ganho de peso do rebanho na seca é um dos principais desafios da pecuária durante a transição entre o período das águas e a seca. Nesse momento, o planejamento da disponibilidade de forragem e da estratégia nutricional é fundamental. Dessa forma, é possível garantir maior rentabilidade ao sistema.
Nesse cenário, quando o manejo não é realizado adequadamente, a redução da qualidade e da oferta de pasto pode comprometer o ganho de peso, aumentar os custos com suplementação e reduzir a rentabilidade da propriedade.
Por que o ganho de peso do rebanho diminui na seca?
Durante o período seco do ano, as forrageiras tropicais diminuem seu potencial de crescimento e apresentam redução nos níveis de proteína e digestibilidade. Assim, com menor disponibilidade de nutrientes, os animais passam a consumir uma dieta de menor qualidade, resultando em:
- Redução no ganho de peso;
- Queda na taxa de lotação;
- Atraso na terminação dos animais;
- Menor eficiência produtiva da fazenda.
Por isso, o objetivo não deve ser apenas enfrentar a seca, mas preparar-se para ela com antecedência.
Planejamento para garantir o ganho de peso do rebanho na seca:
Entre as principais estratégias para atravessar a seca sem prejuízos estão:
Ajuste da taxa de lotação: manter uma quantidade de animais de acordo com a capacidade de suporte da forragem disponível, que evita o superpastejo e contribui para o potencial de rebrote do capim.
Diferimento de pastagens: a vedação de áreas estratégicas permite acumular forragem para utilização durante os meses mais secos, garantindo maior oferta de alimento ao rebanho.
Suplementação estratégica: dessa forma, a utilização de suplementos proteicos e energéticos auxilia na correção das deficiências nutricionais típicas da seca e ajuda a manter o desempenho animal.
O papel das forrageiras de alta performance:
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Além do manejo, a escolha da forrageira é um dos fatores que mais impactam a produtividade do sistema. Nesse sentido, os híbridos forrageiros com tolerância à seca, tolerância ao encharcamento, elevado potencial produtivo, boa formação de massa verde e sistema radicular agressivo que contribuem para maior produção de forragem ao longo do ano e melhor aproveitamento dos recursos disponíveis.
Dessa forma, híbridos como MESTIZO®, CAMELLO®, CAYMAN®, COBRA® e OKAPI® atendem a diferentes ambientes produtivos, com tecnologia específica para cada realidade no campo.
Quem se prepara, produz mais durante a seca:
A seca não precisa ser sinônimo de perda de peso ou queda na produtividade. Nesse sentido, com planejamento, manejo adequado e forrageiras de alta performance, é possível manter o ganho de peso do rebanho na seca e aumentar a rentabilidade da propriedade.
Assim, investir em capins com melhoramento genético é investir na segurança alimentar do rebanho e na rentabilidade da pecuária durante todo o ano.
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Redação Papalotla




