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Cupins nas pastagens: como identificá-los e combatê-los.

Os cupins nas pastagens podem ser considerados pragas, especialmente em áreas onde já existe algum grau de degradação. Em situações mais severas, eles não são a causa principal do problema, mas sim uma consequência e um agravante em um sistema já desequilibrado.

Neste contexto, o uso de braquiárias híbridas da Papalotla tem se mostrado uma estratégia eficaz para reduzir a alta incidência de cupins em pastagens tropicais. Sua elevada produção de biomassa, quando bem manejada, garante não somente alimento de qualidade para o rebanho, mas também uma maior oferta de matéria orgânica ao solo. 

Cupins nas pastagens, como os dos gêneros Cornitermes, Syntermes, Heterotermes e Nasutitermes, vivem em colônias subterrâneas ou em montículos. Algumas espécies, como Cornitermes cumulans, constroem montículos visíveis e alimentam-se da matéria orgânica no solo, podendo atingir raízes das gramíneas. Já Syntermes molestus consome folhas e colmos, reduzindo a capacidade de rebrota das plantas.

  • Redução da área útil da pastagem;
  • Dificuldade na mecanização agrícola;
  • Comprometimento da fixação e desenvolvimento das plantas;
  • Forrageamento excessivo nas áreas remanescentes (se não houver ajuste de carga animal, intensifica ainda mais o processo de degradação).

Quando presentes em populações equilibradas e em áreas bem manejadas, os cupins oferecem benefícios relevantes para o solo:


  • Aeração e estruturação do solo;
  • Ciclagem de nutrientes;
  • Indicadores ecológicos.

Infestações excessivas, especialmente em áreas degradadas e com ninhos visíveis e atividade intensa, podem estar associadas a:

  • Baixa cobertura vegetal;
  • Desequilíbrio ecológico (excesso de exposição solar, degradação do solo);
  • Escassez de matéria orgânica viva no sistema.

O primeiro passo no controle dos cupins é o monitoramento contínuo da pastagem. Áreas degradadas tendem a apresentar maior incidência, exigindo atenção redobrada a sinais visuais e à presença de operários no solo.

  • Controle mecânico: destruição manual dos ninhos com broca cupinzeira ou equipamentos demolidores.
  • Controle biológico: uso de fungos entomopatogênicos como Metarhizium anisopliae e Beauveria bassiana.
  • Controle químico: aplicação de inseticidas como fipronil, imidacloprido ou fosfeto de alumínio.

A melhor forma de prevenir a proliferação dos cupins é manter a pastagem bem formada e manejada. Pastos ralos, com baixa densidade e solo exposto, favorecem a instalação de colônias. Os híbridos da Papalotla, como Camello®, Cayman®, Mestizo Blend® e Cobra®, oferecem vantagens claras nesse contexto:

  • Alta densidade e cobertura vegetal desde os primeiros estágios;
  • Sistema radicular profundo, que dificulta o avanço de cupins subterrâneos;
  • Maior vigor vegetativo, reduzindo espaços para instalação de ninhos;
  • Produção constante de biomassa, mantendo o solo coberto e fornecendo matéria orgânica para a fauna do solo.

Optar pelos híbridos Papalotla com alta cobertura do solo, rebrota vigorosa e alta produção de matéria seca ajuda a reduzir naturalmente a presença de cupins nas pastagens. Dessa forma, você contribui para o controle da praga de forma sustentável, sem depender exclusivamente de intervenções químicas.

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