Os cupins nas pastagens podem ser considerados pragas, especialmente em áreas onde já existe algum grau de degradação. Em situações mais severas, eles não são a causa principal do problema, mas sim uma consequência e um agravante em um sistema já desequilibrado.
A Papalotla pode auxiliar no combate aos cupins de pastagens
Neste contexto, o uso de braquiárias híbridas da Papalotla tem se mostrado uma estratégia eficaz para reduzir a alta incidência de cupins em pastagens tropicais. Sua elevada produção de biomassa, quando bem manejada, garante não somente alimento de qualidade para o rebanho, mas também uma maior oferta de matéria orgânica ao solo.
Como os cupins nas pastagens podem afetar o pasto
Cupins nas pastagens, como os dos gêneros Cornitermes, Syntermes, Heterotermes e Nasutitermes, vivem em colônias subterrâneas ou em montículos. Algumas espécies, como Cornitermes cumulans, constroem montículos visíveis e alimentam-se da matéria orgânica no solo, podendo atingir raízes das gramíneas. Já Syntermes molestus consome folhas e colmos, reduzindo a capacidade de rebrota das plantas.
Principais impactos da presença excessiva de cupins:
- Redução da área útil da pastagem;
- Dificuldade na mecanização agrícola;
- Comprometimento da fixação e desenvolvimento das plantas;
- Forrageamento excessivo nas áreas remanescentes (se não houver ajuste de carga animal, intensifica ainda mais o processo de degradação).
Os Cupins de Pastagens têm funções importantes no solo?
Quando presentes em populações equilibradas e em áreas bem manejadas, os cupins oferecem benefícios relevantes para o solo:
- Aeração e estruturação do solo;
- Ciclagem de nutrientes;
- Indicadores ecológicos.
Quando os cupins se tornam um problema?
Infestações excessivas, especialmente em áreas degradadas e com ninhos visíveis e atividade intensa, podem estar associadas a:
- Baixa cobertura vegetal;
- Desequilíbrio ecológico (excesso de exposição solar, degradação do solo);
- Escassez de matéria orgânica viva no sistema.
Controle do excesso populacional de cupins de pastagem: do monitoramento à ação!
O primeiro passo no controle dos cupins é o monitoramento contínuo da pastagem. Áreas degradadas tendem a apresentar maior incidência, exigindo atenção redobrada a sinais visuais e à presença de operários no solo.
Principais estratégias de controle:
- Controle mecânico: destruição manual dos ninhos com broca cupinzeira ou equipamentos demolidores.
- Controle biológico: uso de fungos entomopatogênicos como Metarhizium anisopliae e Beauveria bassiana.
- Controle químico: aplicação de inseticidas como fipronil, imidacloprido ou fosfeto de alumínio.
Como as braquiárias híbridas da Papalotla podem auxiliar no controle natural
A melhor forma de prevenir a proliferação dos cupins é manter a pastagem bem formada e manejada. Pastos ralos, com baixa densidade e solo exposto, favorecem a instalação de colônias. Os híbridos da Papalotla, como Camello®, Cayman®, Mestizo Blend® e Cobra®, oferecem vantagens claras nesse contexto:
- Alta densidade e cobertura vegetal desde os primeiros estágios;
- Sistema radicular profundo, que dificulta o avanço de cupins subterrâneos;
- Maior vigor vegetativo, reduzindo espaços para instalação de ninhos;
- Produção constante de biomassa, mantendo o solo coberto e fornecendo matéria orgânica para a fauna do solo.
Pastos saudáveis são a chave!
Optar pelos híbridos Papalotla com alta cobertura do solo, rebrota vigorosa e alta produção de matéria seca ajuda a reduzir naturalmente a presença de cupins nas pastagens. Dessa forma, você contribui para o controle da praga de forma sustentável, sem depender exclusivamente de intervenções químicas.
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